19/04/2018

Trump declara apoio a pastor preso por `terrorismo´ na Turquia

O presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou na última quarta-feira (18), seu apoio a Andrew Brunson, um pastor norte-americano que está sob julgamento na Turquia por falsas acusações de espionagem e ligações com o movimento Gulen, em meio a problemas nas relações entre os EUA e a Turquia.
"O pastor Andrew Brunson, um excelente cavalheiro e líder cristão dos Estados Unidos, está sendo julgado e perseguido na Turquia sem motivo", Trump tuitou.

"Eles o chamam de espião, mas eu sou mais espião do que ele. Espero que ele possa voltar para casa, para sua linda família, lugar ao qual ele realmente pertence!", acrescentou o presidente dos EUA em seu perfil oficial do Twitter.
Andrew Brunson, de 50 anos, um pastor cristão que vive na Turquia há mais de 20 anos, foi indiciado sob acusações de “ajudar o movimento Gülen”, que é apontado como o responsável por um golpe fracassado contra o presidente Recep Tayyip Erdogan em 2016. Brunson pode ser condenado a até 35 anos de prisão.

O Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), liderado por Erdogan, prontamente rebateu as declarações de Trump.
"Estamos acostumados agora aos tweets de Trump. Ele está agindo como se não houvesse um sistema judiciário na Turquia", disse o porta-voz do AKP, Mahir Unal, durante uma entrevista com o canal de notícias privado NTV.
"Nós temos nossos tribunais aqui e o tribunal decidirá sobre o pastor e todos nós o respeitaremos. Não será Trump, mas o tribunal que decidirá sobre a fé desse clérigo", acrescentou.
Brunson foi pastor da Igreja da Ressurreição de Izmir, servindo a uma pequena congregação protestante na terceira maior cidade da Turquia.

O Departamento de Estado dos EUA também divulgou um comunicado dizendo que o governo inteiro está "seguindo de perto o caso de Brunson".
"Esperamos que o sistema judicial na Turquia resolva seu caso de maneira oportuna, justa e transparente", afirmou.

com informações da Reuters

Pastor ex-budista deixa os vícios e decide servir a Deus

Hoje, aos 40 anos, Nalaka é pastor, mas há muitos anos atrás ele viveu como um viciado em drogas por um período de oito anos. A família o levou a templos budistas para buscar cura e também a cinco centros de reabilitação, mas, cada vez que ele era internado, Nakala fugia. “Minha família fazia rituais espirituais para me livrar dos vícios. No templo, lançavam um feitiço sobre as drogas, dizendo que, se eu as usasse, ficaria enjoado com elas”, disse o cristão.

Os feitiços não o curaram. Mas Deus o fez. “Ele me mudou tanto que não posso nem suportar a fumaça de um cigarro, porque minha cabeça dói. Minha vida foi transformada por Jesus. Eu ainda estou me perguntando como posso ter mudado dessa forma”, diz alegremente.

Segundo o pastor, o que as pessoas que tem problemas com drogas precisam é de aceitação. “Se houver quem os ame, poderão largar os vícios. Será que se tornam melhores quando são jogados na cadeia? Não, elas se tornam piores. Mas se encontrarem o amor de Jesus, a vida delas pode mudar completamente”, complementa.
“As pessoas normalmente não falam de formal gentil com alguém que tem problema com drogas, elas são brutas. Até mesmo a polícia é violenta. Mas Jesus não faz isso. Quando eu vi o amor dele, isso me mudou. Eu não tinha medo dos meus pais ou da polícia, ou mesmo de ir para a prisão. Eu havia sido espancado pela polícia várias vezes. Mas eu ainda não os temia. Agora, eu temo a Deus”.
Pedidos de Oração

- Louve ao Senhor pela transformação do coração e da vida de Nakala. Que ele seja fortalecido na fé e usado para levar o amor de Jesus a outros que necessitam.
- Ore pelo Sri Lanka, país que está na 44ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018.
- Coloque diante de Deus os marginalizados e discriminados que precisam de Jesus, e peça que levante servos no país para levar a mensagem das boas novas para eles.

Com informações portas abertas

Família birmanesa é rejeitada por ser cristã

Tun é um cristão birmanês que pertence à tribo Chin, uma pequena tribo que também é a maior comunidade cristã em Mianmar. Ele deixou a cidade natal no estado de Chin para servir a Deus em outro estado, em uma aldeia de maioria budista. "As pessoas olham para nós, cristãos, como forasteiros", disse ele a Portas Abertas.

Segundo Tun, a vizinhança não cristã diz que eles possuem um “vírus duplo C”, são Chin e cristãos. “A verdade é que as tribos maiores querem tirar nossa identidade. Eles querem que falemos o idioma deles e tenhamos a fé a religião deles”, diz o cristão.
“Em novembro de 2008, participei do treinamento da Portas Abertas Permanecendo Firme Através da Tempestade (PFAT) pela primeira vez. E o que aprendi sobre Jesus realmente tocou meu coração e mudou minha maneira de pensar. Antes do PFAT, eu era um cristão nominal. Lá, aprendi mais sobre a vida de Jesus e tudo mudou. Eu me tornei mais próximo do Senhor”.

Segundo Tun, apesar de não ter vivido violência física, ele e a família experimentaram a perseguição de forma indireta. “Aqui, porque somos Chin e cristãos, mesmo se nos juntarmos ao exército para lutarmos lado a lado, seremos separados dos outros. Não temos direito a nada, estamos sempre em segundo ou terceiro lugar”, complementa.
Apesar disso, o pastor Tun prepara a família e igreja para orar intensamente, permanecer forte e perseverar para quando a perseguição vier. “Eu preciso preparar minha família também, minha esposa, filha, filho e pais. Eu digo a eles: "Caso eu seja colocado na prisão, ou se eu morrer, não fiquem surpresos, vocês devem perseverar e manter a fé. O Senhor fará a parte dele, nós faremos a nossa”.
Pedidos de Oração
-    Coloque diante de Deus a vida de Tun e dos familiares para que eles possam ser fortalecidos a cada dia e cresçam na fé.

-    Ore para que, apesar da perseguição, eles consigam ser sal e luz na comunidade onde vivem e mais pessoas conheçam a Cristo.
-   Ore pela Igreja Perseguida em Mianmar, país que em 2018 está na 24ª posição da Lista Mundial da Perseguição.

Com informações portas abertas

Aline Barros lança novo CD infantil pela sony music gospel

O novo projeto infantil da cantora Aline Barros, o “Imaginaline”, já tem data para lançamento.

Com uma proposta totalmente diferente dos seus trabalhos anteriores, o novo CD e DVD será lançado oficialmente no dia 27 de abril.
Este é seu primeiro projeto voltado para crianças a ser lançado pela Sony Music. O CD com 10 canções foi produzido por Ruben di Souza e contou com a direção criativa e de vídeo de Hugo Pessoa.
Lançado inicialmente com singles nos últimos meses, o projeto chega ao mercado nas versões, CD e DVD (formato físico) e em PlayBack somente na versão digital.

O produto já está em pré-venda através da livraria online da Saraiva e chegando às lojas de todo o Brasil até o fim deste mês.
Pocket Shows
Para investir mais ainda na divulgação do projeto “Imaginaline”, a cantora está programando diversos pocket shows nas principais livrarias e cidades do Brasil. As datas serão divulgadas nas redes sociais oficiais da artista e também da Sony Music.
Confira o último single lançado, “Beep Beep”:

17/04/2018

Cláudio Duarte critica ideologia de gênero em participação no programa Raul Gil

O pastor Cláudio Duarte esclareceu abertamente sua visão sobre a ideologia de gênero no Programa Raul Gil do último sábado (14), em participação no quadro “Pra Quem você Tira o Chapéu”.
“Na ótica bíblica, Deus não erra, Ele é inefável e Ele criou homem e mulher”, destacou. “Nós começamos a receber a informação de que as pessoas já nasciam dessa forma [homossexuais] e agora já não nascem mais assim. Você nasce primeiro e decide o que vai ser depois”.


O pastor reconhece que o comportamento homossexual existe, mas é contra a implementação da ideologia de gênero pelo sistema educacional no Brasil. “Eu não tenho filhos pequenos, mas eu acho que uma criança de 5, 6 ou 7 anos ainda não está preparada para receber nenhuma informação de conteúdo sexual”, observa.

“Acho que isso é extremamente prejudicial. Eu sou a favor da família tradicional. Eu respeito quem luta a favor, porque deve acreditar nisso. Mas eu também quero que me respeitem. Meu posicionamento é esse. Para mim é homem e mulher, e ponto final”, declarou Duarte.


Questionado se ele é alvo de críticas por causa de seu posicionamento, o pastor respondeu: “Você pode falar contra apresentador de auditório, contra política, contra polícia, contra quem você quiser e está tudo certo. Mas se você fizer uma crítica à homossexualidade, parte todo mundo para cima de você. Então quem fizer, tem que estar disposto a apanhar”.

Por outro lado, Duarte destacou a importância de priorizar o respeito aos homossexuais. “Eu sempre respeitei e você nunca vai ouvir alguma coisa por desrespeito meu, por eu ter denegrido a imagem de alguém. Aqui no seu próprio programa eu já mostrei isso”, disse ele fazendo menção ao abraço que deu em Thammy Miranda no palco do SBT.



Com informações guiame

Missionários se arriscam para resgatar meninas da prostituição na Índia

Na Índia há uma região conhecida como “Red Light”, onde mulheres se oferecem para a prostituição. Mas, não apenas adultas, crianças também estão presas no local e podem ser prostituídas forçadamente. Um projeto missionário atua há mais de 20 anos na região para resgatar essas meninas.

Quem viu de perto esse cenário foi o fotógrafo Jean Assis, que se dedica a profissão desde 1999. Conhecido em Belo Horizonte por seus trabalhos de excelência, ele foi convidado pelo pastor Márcio Valadão para liderar a equipe de fotografia da Igreja Batista da Lagoinha. Para Jean, registrar imagens não é apenas um trabalho, mas um ministério. Em entrevista para o Portal Guiame, ele conta sobre um de seus maiores desafios, fotografar na Red Light da Índia.


Jean tinha um objetivo, mostrar a realidade das meninas que foram resgatadas da prostituição e que foram acolhidas pelo projeto Ashastan, iniciativa do Ministério de Louvor diante do Trono para proteger a infância dessas garotas que muitas vezes são vendidas pelos próprios pais.

“Nós fomos em missão fazer fotos do ministério Ashastan, que resgata as meninas da Red Light na Índia. Apesar de não ter virado um livro, as imagens são usadas pelo ministério”. Questionado sobre o cenário que enfrentaram, ele explica melhor como as crianças chegam até a zona de prostituição. Apesar de não serem expostas, elas ficam em uma casa onde empresários podem se aproveitar delas.


“As crianças não chegam a ficar expostas. A Red Light é um conjunto de ruas com várias casinhas e essas casinhas tem mulheres que se vendem como prostitutas, como em outras cidades. Então, você não chega a ver crianças, porém existe um grupo mais poderoso na região onde eles conseguem fingir para os pais que estão ajudando as crianças, levando elas para o ambiente onde teriam comida, moradia, cama, condição de sobrevivência”, explica.

“Existem casos onde o pai corta os dedos de uma criança para que ela fique mais digna de piedade, para conseguir mais esmolas. Então existe uma maneira de fazer com que aquela criança se sinta educada a ser uma pedinte. A criança começa a entender que aquilo ali é para que ela ganhe mais dinheiro. E ai ela vai ser mais valorizada pelos pais. E ela não se sente mal por ter um dedo amputado. Esses casos são bem distantes da gente, mas não faz com que a gente deixe de se indignar”, comenta.


A compra de crianças
Jean explica que existe a compra de crianças para serem levadas às zonas de prostituição. “Outro caso que acontece também é que uma pessoa poderosa que tem muitas posses vai em uma determinada família com muitos filhos e fica ajudando financeiramente aquela família. Quando o pai não consegue pagar o tanto que deve, o ajudador diz: ‘Olha, vou levar sua filha ou então o seu filho’. Lá também existe a prostituição de meninos”, salienta.
“Então ele pega a criança com o consentimento do pai: ‘Vou levar ela, mas ela vai trabalhar para mim. Eu vou dar cama, casa, comida’. E aquela criança acaba sendo adotada pela região da Red Light por algum cafetão que começa a usar daquela criança”, disse.



Missão de risco
Jean ainda ressalta que sua visita foi sigilosa. “Nós estávamos lá às escondidas. Primeiro fomos visitando as casas do ministério, onde as crianças são protegidas. Elas são retiradas da Red Light e são resgatadas. Muitas vezes estão doentes, então eles conseguem retirar elas para ir ao hospital, ou conseguem tirar sequestrando mesmo. É um ambiente muito perigoso, porque você tem empresários e policiais que estão totalmente corruptos”, alertou.


“Quando a gente foi visitar a região com o pastor que estava comigo, fomos para poder conhecer e encontrar com o pastor que é respeitado na região. Só que quando a gente foi andar com ele, não podiamos registrar nada. Se a gente fotografasse, os policiais em volta, os empresários e cafetões poderiam perguntar o motivo daquelas imagens. A gente correria o risco de pegarem nosso passaporte e não mais voltar para casa. Corríamos o risco deles sumirem com a gente”, ressaltou.



Jean explica que as fotos foram principalmente do ministério Ashastan, que oferece escolaridade para as meninas, atenção, além de cursos que são oferecidos e aulas onde elas moram. “Agora as fotos que a gente queria fazer, as fotos mais pesadas, de alerta para que as pessoas pudessem se conscientizar, a gente fez. Mas eu não e senti que a missão foi cumprida. Eu queria ter tido mais fotos pesadas e eu não consegui”, lamenta.



FONTE: GUIAME, KARLOS AIRES

Cristãos resistem à crescente perseguição na China: "Dificuldades nos fazem olhar para Deus"

Cristãos da China estão pedindo à comunidade internacional que se una em oração, enquanto as autoridades do Partido Comunista continuam a intensificar sua campanha contra o cristianismo e as igrejas no país.
"A condição está se deteriorando, mas as dificuldades unem as igrejas domésticas e nos fazem olhar para Deus", disse um crente com o sobrenome ‘Li’, de uma igreja doméstica em Nanyang, segundo a ChinaAid.

As restrições aos crentes aumentaram nos últimos meses, após a implementação dos Regulamentos de Assuntos Religiosos revisados. As regras que definem o quadro administrativo em torno de atividades religiosas, têm o objetivo declarado de "proteger a liberdade de crença religiosa dos cidadãos".



"A manutenção dos assuntos religiosos deve persistir em um princípio de manter a legalidade, reprimir a ilegalidade, bloquear o extremismo, resistir à infiltração e atacar o crime", dizem os regulamentos.

"Nenhum grupo ou indivíduo deve criar conflito ou disputa entre diferentes religiões, com uma única religião ou entre indivíduos religiosos e não-religiosos", dizem eles.
Um crente com o sobrenome Cao disse à ChinaAid que na província central de Henan, as autoridades exigiram que a cruz ao ar livre de um templo recém-construído da ‘Igreja dos Três Seres’ fosse derrubada - mesmo que essa denominação seja legalizada pelo governo.
Cao explicou que a cruz custou cerca de US $ 3.183,20, mas as autoridades argumentaram que o símbolo “violava as regulamentações”.



De acordo com a agência de apoio à igreja perseguida ‘World Watch Monitor’, as autoridades também removeram à força "duas ou três" cruzes no condado, porque foram "colocadas ilegalmente".

"As atividades nas igrejas construídas ilegalmente serão proibidas", disse Cao. "Outras atividades cristãs legais aqui permanecerão abertas".
Há cerca de duas semanas, o governo chinês proibiu a venda de Bíblias em livrarias on-line de todo o país, também como parte dos regulamentos renovados.


Pouco tempo antes, uma mulher cristã chinesa foi presa por oficiais do departamento de segurança pública e detida criminalmente depois que ela tentou evangelizar o presidente Xi Jinping.

Xi disse que quer que as comunidades religiosas chinesas se mobilizem para "localizar a religião, praticar os valores centrais do socialismo, desenvolver e expandir a tradição chinesa e explorar ativamente o pensamento religioso que está de acordo com as circunstâncias nacionais da China".

COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD