05/08/2018

Fernandinho grava versão para o filme "Deus Não Está Morto"

O cantor Fernandinho foi o cantor escolhido para gravar em português a canção tema do filme “Deus Não Está Morto: Uma Luz Na Escuridão”. Este é o terceiro filme da saga que iniciou em 2014 com o primeiro e que ganhou uma sequência em 2016 com “Deus Não Está Morto 2”.


Conhecido por sua forte voz e uma carreira íntegra na música cristã, Fernandinho agora será a voz da canção que já ganhou outras versões em português. Uma das mais conhecidas é a do cantor Ronaldo Bezerra, lançada em 2013 no álbum “Filho Meu” (antes mesmo do primeiro filme ser lançado).



A canção original foi gravada pelo grupo Newsboys, no disco God's Not Dead. Agora, Fernandinho se prepara para divulgar o terceiro filme da franquia com sua versão. A produção que vem conquistando o público no Brasil, será lançado no país no dia 30 de agosto, nos cinemas.



O lançamento é uma parceria entre a distribuidora California Filmes e 360 Way Up.
Fernandinho entrou em estúdio para gravar a música que tem produção musical de Gustavo Soares, esposo de Nívea Soares e responsável pela produção de seus discos. O convite para regravar a canção foi recebido com muita alegria pelo cantor.
“Estou muito feliz. Inclusive com toda equipe que está trabalhando em função desse projeto. É realmente um privilégio. Creio que muitas pessoas serão alcançadas pelo filme, pela canção e por tudo que Jesus está fazendo no nosso meio”, afirmou Fernandinho que também está gravando um clipe da música dirigido por Alex Passos.


"Uma nova história"
Dessa vez, a história de “Deus Não Está Morto” é sobre o terrível incêndio da Igreja de Saint James que mexe com as estruturas emocionais da congregação do Pastor Dave (David A. R. White). Com isso, a universidade vizinha Hadleigh University tenta despejar a igreja do campus.

Uma história humana sobre fé, perdão, sacrifício e humildade que vai nos lembrar mais uma vez que precisamos ser luz na nossa sociedade e defender nossa fé em Cristo. Fernandinho, que assistiu aos outros dois filmes, comentou sobre sua expectativa com o novo filme que chega às telonas em menos de um mês.


“Muitos ao redor do mundo já foram impactados com o filme. Nosso coração se enche de alegria com filmes como esse que defendem nossa fé, trazem esperança e anunciam as boas novas que é Jesus. Estamos precisando disso na nossa nação”, coloca o cantor.
“Às vezes parece que a vida chegou ao fim do túnel e não temos mais solução. Isso pode ser na família, como pessoa e no país também. Mas é tempo de levantarmos a nossa voz e proclamarmos que Deus está vivo e Ele é a nossa luz em meio a tanta escuridão que nos cerca”, finalizou.



Enquanto o clipe não sai, confira o trailer do filme:

COM INFORMAÇÕES DA ASSESSORIA

Esperando o Celebra 2018, confira as atrações


























Dia: 07 de setembro será realizando o evento gospel"ESPERANDO O CELEBRA 2018, com as atrações: NAÇÃO RESGATE / AR MENDES / CARAVA DA BENÇÃO.


























Marco Feliciano reage aos insultos de Daniela Mercury e Johnny Hooker

O pastor Marco Feliciano (PODE-SP) comentou as polêmicas mais recentes envolvendo artistas e ativistas LGBT nas manifestações do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), e ponderou sobre a perseguição religiosa aos cristãos no Brasil, que acontece de maneira ideológica e com chancela da grande mídia.


Para Feliciano, é hora de reagir para não ser censurado: “Quando eu denuncio perseguição e preconceito religioso no Brasil, contra nós, os cristãos evangélicos, eu sou tachado de intolerante, fundamentalista, simplesmente por defender com unhas e dentes os nossos princípios, como a vida e a família tradicional”.

“Assistir em rede nacional, patrocinado com dinheiro público a cantora Daniela Mercury […] invocando demônios, e dizendo que ninguém vive sem demônios… Imagine se fosse um pastor falando algo parecido. Seria uma manchete no Jornal Nacional“, pontuou, referindo-se à polêmica apresentação da cantora baiana no FIG, na última semana.

Sobre o cantor Johnny Hooker, que é o novo símbolo da “diversidade” na grande mídia e referiu-se a Jesus como “travesti” e “bicha”, Feliciano não poupou adjetivos: “Um pseudo artista se refere a Jesus com o maior desrespeito, e palavras de baixo calão. E o pior: tentaram levar esse lixo cultural com verbas públicas, mas as pessoas de bem estão alertas e suspenderam o apoio oficial”, comentou.

Respeito

“Olha essa outra história: em uma entrevista levada ao ar pela Rede Globo, a atriz Juliana Paes expõe suas convicções religiosas afirmando que foi criada num centro de umbanda, que cresceu ouvindo os atabaques, e que recebeu recados de uma entidade ou um caboclo sobre o nascimento do seu filho. Eu respeito a fé da atriz, e eu não estou aqui criticando. Mas, eu estava aqui pensando: e se fosse eu falando sobre a minha fé evangélica, dizendo que eu expulsei espíritos das pessoas? Imagine o barulho que daria! Ou seja, existe perseguição contra evangélicos no Brasil, sim”, argumentou.

O pastor, que deverá se candidatar à reeleição, pediu que a ala progressista da sociedade deixe de tratar os evangélicos como cidadãos de segunda classe: “A fé cristã tem tirado milhões da miséria moral, das drogas, da prostituição, da depressão. Testemunhos existem em abundância, mas não interessam a quem prega o ‘quanto pior, melhor’. Mando esse recado aqui para a Rede Globo e cantora Daniela Mercury: parem de perseguir a fé cristã. Vivam a sua, e deixem a nossa em paz”.

Ao final, Feliciano desafiou: “Porque não fazem essa brincadeira com Maomé? Porque não fazem uma peça teatral mostrando Maomé como homossexual? A senhora ia ver o barulho que ia dar. Mas, como nós cristãos somos pacatos… somos pacatos, mas não somos bobos, conhecemos a lei, queremos respeito”.

Com informações gospel mais

Cristão é preso por ler a Bíblia em frente de clínica de aborto

Calvin Zastrow, um cristão que estava lendo a Bíblia e evangelizando pessoas em uma calçada pública do outro lado da rua de uma clínica de aborto nos Estados Unidos, foi forçado pela polícia a parar de realizar sua manifestação religiosa. O incidente aconteceu no dia 3 de outubro de 2017.
Agora, ele e sua filha estão entrando com uma ação contra Toledo, Ohio (EUA), e sua força policial, acusando-os de violar seus direitos de liberdade de expressão e liberdade religiosa. Calvin e Corrie foram ao Tribunal Regional dos EUA do Distrito Norte de Ohio, contra a cidade, o chefe de polícia e dois oficiais.


"Em nenhum momento antes de sua prisão, Calvin Zastrow entrou na propriedade do centro de aborto Capital Care, nem impediu que alguém entrasse no centro de aborto. Ele permaneceu na calçada pública. Em momento algum Calvin Zastrow se envolveu em qualquer violência", diz o processo.
"Em momento algum Calvin Zastrow empregou qualquer dispositivo de amplificação de som. Ele apenas usou sua voz e a palavra falada. Em momento algum Calvin Zastrow bloqueou fisicamente qualquer um de usar a calçada pública - a calçada é grande o suficiente para permitir que várias pessoas andem sobre ela, como as fotografias demonstram", continua.


Robert Muise, co-fundador e conselheiro sênior do American Freedom Law Center, que representa a família Zastrow, disse em um comunicado que ele acredita que este foi "mais um caso de uma cidade e seus policiais exercendo seus esforços para silenciar manifestantes pró-vida".
"A Constituição protege a atividade pró-vida de nossos clientes. A cidade e seus policiais não têm autoridade para silenciar o discurso de nossos clientes simplesmente porque estão pregando o Evangelho em uma calçada pública ao lado de um centro de aborto", disse Muise.
O site The Christian Post contatou a cidade de Toledo para comentar o assunto e foi informado de que as autoridades ainda não haviam visto o processo e, portanto, não puderam comentar. Esta não é a primeira vez que a American Freedom Law Center representou Calvin Zastrow por enfrentar problemas legais por seu ativismo pró-vida.


Em junho de 2017, Zastrow e outros ativistas pró-vida estavam se manifestando do lado de fora de uma clínica de aborto em Westland, Michigan, quando foram presos por supostamente perturbar a paz. Em setembro de 2017, todas as acusações criminais contra Zastrow foram descartadas com preconceito, com a American Freedom Law Center declarando uma "vitória para o discurso pró-vida".


COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

03/08/2018

“Eu e a Minha Casa” é o novo álbum do Diante do Trono

Referência em todo o Brasil quando o assunto é louvor e adoração, o ministério Diante do Trono apresenta agora o seu mais novo álbum “Eu e a Minha Casa”, disponível nas principais plataformas digitais de música.

Gravado ao vivo durante o último Congresso de Homens e Mulheres DT 2017, na Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (BH), o projeto traz 11 faixas em seu repertório, com distribuição pela gravadora OniMusic.
Entre os destaques estão as canções “Eu e A minha Casa”, o carro chefe do novo trabalho além de uma bonita versão em espanhol do hit infantil “Aos Olhos do Pai”. Traduzida como “A Los Ojos De Dios”, a música traz o feat. (dueto) de Ana Paula Valadão com a cantora porto riquenha Julissa Rivera.

Todo concebido como parte das comemorações de 20 anos de existência do Ministério mineiro que conquistou o Brasil e o mundo, O novo CD conta ainda com as participações especiais de Asaph e Rosana Borba, de Fred e Flávia Arrais, de Julissa Rivera, de Lu Alone, de Marine Friesen, de Nena Lacerda, de Nívea Soares, de Roberta Izabel, de Soraya Moraes e de Sóstenes Mendes.

O grupo prepara agora uma série de lançamentos para os clipes do disco no canal oficial do Diante do Trono no Youtube. E a primeira música “Eu Só Tenho Você” já está disponível em vídeo e mostra uma bela homenagem de Ana Paula ao seu marido, o pastor Gustavo Bessa.
Com informações gospel prime

Ore e jejue para que o aborto não seja legalizado

Mais de 20 especialistas da área de saúde, cientistas e representantes de entidades de direitos humanos promovem um debate sobre a legalização do aborto até a 12ª semana de gravidez.

A audiência pública vai ajudar os 11 ministros da Corte a formar sua convicção para analisar uma ação apresentada em juízo, no ano passado, pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade).
Os expositores se revezam no plenário da 1ª turma do STF (Supremo Tribunal Federal) apresentando diferentes posicionamentos e argumentos sobre o assunto. Na próxima segunda-feira (6), o debate será retomado com representantes religiosos e de entidades de direitos humanos.


Em discussão estão os artigos 124, que criminaliza a mulher (detenção de 1 a 3 anos) e 126, que criminaliza quem provocar o aborto (pena de 1 a 4 anos de reclusão), incluindo profissionais de saúde. Hoje em dia, o aborto só é permitido em casos de estupro, risco à vida da mulher ou presença de feto anencéfalo.
O vice-procurador geral da República, Luciano Maia, exaltou a decisão de colocar o tema em debate com especialistas de diversas áreas. “Aqui se discutirá a presença do Estado na vida privada. É um tema de imensa responsabilidade e por isso esta corte se agiganta para caber tantas correntes que aqui irão se pronunciar”, disse.

O Supremo espera um público recorde. No plenário que comporta 126 pessoas, foram postas 100 cadeiras extras. Em outra sala do prédio foi instalado um telão. Apenas depois dessas exposições a procuradora geral da República, Raquel Dodge, vai se manifestar sobre a descriminalização do aborto.
Não há prazo pré-definido, mas a expectativa de assessores da Corte é que o parecer seja entregue em até 10 dias.

Campanha de Oração


Até o momento, a bancada evangélica ainda não fez nenhum tipo de mobilização no Congresso. Também não existem convocações nacionais para marchas pela vida como aconteceram em alguns países que também debateram o tema.
Diante dos riscos de uma possível legalização do aborto, alguns líderes religiosos convocam os cristãos para uma campanha de jejum e oração. A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE), enviou um pedido ao STF, defendendo que o aborto não seja legalizado.

A organização disse que está junta com outras organizações cristãs, pedindo que os cristãos façam jejum e oração nesses dias, clamando a Deus para que o Brasil não legalize a matança de crianças no ventre das mães.
Com informações gospel prime

Ex Diante do Trono volta ao gospel e conta como saiu das drogas




Jota lembra que sua caminhada no Diante do Trono serviu para preencher a lacuna deixada por André Valadão, que na época precisou se ausentar dos compromissos com o ministério para viajar: “O Pastor André Valadão precisou ir para os Estados Unidos estudar e nas turnês a Ana Paula Valadão começou a me colocar para substituir ele. Quando foi para gravar o ‘Exaltado’ eu já entrei como vocalista principal”, lembra ele.
Após a exposição causada pela participação nos trabalhos do Diante do Trono, o cantor passou a receber convites para se apresentar em outros lugares, como também produzir jingles e outros diversos materiais: “Foi nesse momento que eu comecei a viajar pelo país. O pessoal me conhecia como Josélio do Diante do Trono e nesse tempo fui pregar em um congresso de louvor e adoração da minha cidade, em Ipatinga. O Espírito Santo disse claramente para eu ficar e multiplicar aquilo que eu havia recebido. Infelizmente foi nesse tempo que o diabo me encontrou. Eu comecei a fazer propagandas de rádio, vinhetas para TV e foi inevitável. Você está dentro de um estúdio e chega o cantor da banda tal e pedia que eu fizesse back vocal”, conta.

Jota lembra que de pouco a pouco ele começou a se afastar das doutrinas evangélicas, e passou a ter vida e comportamentos de pessoas que vivem fora da igreja, e isso o afastou de Deus: “Então um back vocal aqui, o lançamento de um CD alí, um coquetel de uma banda acolá e eu fui vislumbrando como seria se estivesse naquele lugar. ‘Será que aqui eu não gravaria meu CD ou encontro uma gravadora poderosa? Davi diz que um abismo chama outro abismo. Então eu percebi isso, fui no caminho secular, ia para festinhas seculares, para o meio de amigos seculares. O arraial do Senhor foi ficando a minha segunda opção e o meio secular foi virando o meu lugar habitual. Conhecia alguém que bebia, alguém que fumava, alguém que cheirava…”, comenta.

Ele disse que começou até a fazer programas para conseguir sustentar seu vício nas drogas: “Daí para frente eu fui cedendo e foi álcool, cigarro, maconha, cocaína, crack, ecstasy, drogas sintéticas e isso custa caro. Eu era um rapaz de classe média baixa não podia sustentar aquilo. Então eu hibernei na academia para moldar o meu corpo e comecei a fazer programa, porque eu trocava meus favores sexuais por droga, bebida, para entrar nas boates. Fui para a homossexualidade, me tornei cafetão e traficante”, revela.

Mas em um determinado momento de sua vida, não fazia mais sentido seguir com um projeto de carreira que não o satisfazia, e que era muito diferente do que ele imaginava merecer: “Como eu trabalhava em estúdio, pegava muito serviço de cantores evangélicos. Então eu estava sempre cantando louvores. Quando eu cheguei no fundo do poço, onde eu estava tendo relacionamento com homens e minha mãe estava doente de decepção, até os meus irmãos se afastaram de mim, eu estava devendo milhares para traficantes. Eu disse ‘tá errado, eu não sou esse cara, eu não nasci para isso’. Foi quando um casal de amigos me chamou para ir a uma igreja”, lembra.
Jota Ramalho foi então convidado para ir a Igreja do Evangelho Quadrangular para um culto, onde hoje em dia ele é membro. “Nesse culto fui tão confrontado pela Palavra que eu achei que alguém tinha contado a minha história para o pastor. No dia 9 de março de 2014 resolvi mudar de vida.”


O cantor gospel hoje compõe músicas cristãs que retratam a sua caminhada, e que ele espera ajudar outras muitas pessoas. Assista abaixo o testemunho dele na íntegra:



As informações são do portal Guiame.