28/11/2017

Kleber Lucas rompe o silêncio e fala pela primeira vez sobre polêmica visita à Terreiro

São 25 anos de carreira, centenas de clássicos da música gospel como “Deus Cuida de Mim”, “Aos Pés da Cruz”, “Jeová é o Teu Cavaleiro”, numa trajetória consagrada com um Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Cristã - maior premiação da música. O carioca Kleber Lucas é um dos maiores hitmakers da música gospel no país, uma espécie de “Roberto Carlos” do meio evangélico, devido ao enorme repertório de sucessos que são cantados de norte a sul do Brasil dentro e fora das igrejas. Sua página no Facebook conta com mais de 3,6 milhões de seguidores e no Instagram outros quase 500 mil. Kleber também é pastor da Igreja Batista Soul, na Barra da Tijuca (RJ), e um dos artistas mais requisitados em eventos em todo país.
Ele foi uma das primeiras figuras do meio evangélico que conseguiu romper a barreira denominacional e alcançar também o público fora dos templos. Já recebeu em sua igreja o padre Fábio de Melo e costuma cantar, lá no mesmo púlpito, músicas como “Lanterna dos Afogados”, dos Paralamas do Sucesso e “Epitáfio”, dos Titãs. Ecletismo impensável para evangélicos mais conservadores.
Kleber hoje transita bem entre protestantes, católicos, artistas, e não pensa duas vezes se o programa for visitar um Terreiro de Candomblé para combater a intolerância religiosa. Foi isso que ele fez na última quinta-feira (23) ao se juntar com outros pastores evangélicos e levar uma quantia de R$ 11 mil para ajudar a reconstruir o Centro de Candomblé, em Duque de Caxias (RJ).
O culto ecumênico colocou lado a lado, pastores protestantes e líderes da religião afro, com o objetivo de mostrar que o respeito e amor ao próximo - independentemente de credo, cor ou opções divergentes - podem ser as maiores armas contra a intolerância.
Além de aderir à causa, Kleber Lucas cantou a canção "Maria, Maria" - de Milton Nascimento, que fala da luta de uma mulher batalhadora - junto com os músicos da comunidade local - muitos formados lá mesmo no Centro.
Depois do episódio que virou rapidamente um dos assuntos mais comentados no segmento evangélico em todo o país, o pastor e cantor preferiu o silêncio. A visita em um Centro de Candomblé dividiu opiniões. Os contrários são, na maioria, pessoas do próprio meio evangélico.
Em entrevista exclusiva ao Curta Mais, Kleber Lucas decidiu quebrar o silêncio e falar pela primeira sobre o caso. Para ele, o amor é o maior caminho contra todo e qualquer tipo de intolerância. "Infelizmente algumas pessoas ainda pensam que Deus é uma exclusividade delas, eu não acredito nisso. Eu acredito numa fé que comunica com outras confessionalidades. Eu prego isso, eu vivo isso, eu estou pela justiça", disse em entrevista reveladora ao Curta Mais.
"Estão me ferindo muito e me fazendo repensar minha caminhada", diz em tom de desabafo. Confira a conversa na íntegra: 
Por que o senhor decidiu participar do encontro mesmo sabendo da repercussão que poderia gerar um pastor num Centro de Candomblé?
Minha decisão se baseou na causa. Um espaço considerado sagrado para um segmento foi violado pela violência, fruto da intolerância religiosa.
A atitude de alguns líderes de outra confessionalidade no sentido solidário é a melhor resposta a esse ambiente de ódio e intolerância que está varrendo nosso país num momento que precisamos estar mais unidos. 
O senhor esperava tantas críticas vindas principalmente do meio evangélico?
Eu esperava uma reação de hostilidade sim. Existem muitas pessoas para as quais a fé é um instrumento belicoso. Gente que não consegue conviver com quem pensa diferente delas. 
Como o senhor tem recebido os ataques?
A negatividade nunca é agradável. Estão me ferindo muito e me fazendo repensar minha caminhada. O que posso afirmar com toda certeza é que essas pessoas não entenderam a mensagem do Cristo. Nós ainda estamos falando de tolerância quando deveríamos falar de respeito. 
As críticas vem principalmente de onde?
O preconceito é de ambas as partes. No entanto preciso afirmar como pastor negro e que já sofreu preconceito por ser preto e recasado diversas vezes que o preconceito contra as religiões de matizes africanas são as que mais sofrem.
O Cristo que veio da Europa e dos Estados Unidos pelos missionários era branco. A religião europeia e americana eram as únicas que religavam. Do lado dos pretos, índios e outros, só os perdidos. A teologia que veio para o Brasil em sua grande maioria é racista e de segregação. 
O senhor entende que tem uma missão para combater o preconceito e a intolerância?
Essa luta pela igualdade não é minha e nem é recente. Desde os anos 1960, Martin Luther King já trazia o discurso pela igualdade de classes e pela tolerância, dedicando sua vida a esta causa. 
O senhor tem recebido apoio?
Claro! Domingo quando eu cheguei no culto da Soul, a igreja toda ficou de pé, aplaudiu e disse que eu não fui lá sozinho, que estão todos comigo. A melhor parte é saber que a Igreja Batista Soul não está sozinha nessa mensagem da grande irmandade e que podemos sim fazer um Brasil melhor. Tem muita gente do bem.
Tenho grandes amigos verdadeiro de outras confissões e até amigos que não acreditam em Deus e, eventualmente, são dessas pessoas que me chegam as melhores respostas, orações, gestos solidários.

Há muito preconceito dentro das próprias igrejas?
Muito! Infelizmente algumas pessoas ainda pensam que Deus é uma exclusividade delas, eu não acredito nisso. Eu acredito numa fé que comunica com outras confessionalidades. Eu prego isso, eu vivo isso, eu estou pela justiça.
Precisamos aprender que cada ser humano é um, que o Pai é nosso, e que o Pai tem muitos filhos, diferentes, com pecados diferentes e que não podemos julgar nosso irmão por seu pecado ser diferente do meu.
A diferença é o que mais nos aproxima da Trindade , que é a família de Deus. Podemos dialogar com todos. 
Qual o caminho para vivermos melhor em sociedade independentemente de credo, cor e opções diferentes?
Respeito, consciência cidadã, amor, amor e amor. O amor é o melhor caminho.
 Com informações curta mais

Mais de 1,7 milhão de convertidos em cruzada evangelística de Reinhard Bonnke

Biliy Graham foi o maior evangelista do século XX, tendo alcançado milhões de pessoas com suas cruzadas ao redor do mundo. Mas nos últimos 20 anos quem tem ocupado esse posto é o Reinhard Bonnke. O diferencial é que o alemão tem um estilo pentecostal e seus eventos sempre tem relatos de curas e milagres.
Sua última cruzada publica foi no início do mês em Lagos, Nigéria. Bonnke, líder da missão Cristo para Todas as Nações (CfaN), entregou a liderança para seu discípulo Daniel Kolenda. O último grande evento público dele, após 50 anos de ministério foi transmitido ao vivo por diversos sites como o GODTV e os canais evangélicos a cabo TBN e DAYSTAR. nRead invented by TeadsAfligido por uma guerra de islâmicos contra cristãos, que dividiu o país, Lagos foi escolhida por Bonnke pois se trata da maior cidade do continente africano, com 7 milhões de habitantes.
Entre 8 e 12 de novembro de 2017, cerca de 30 milhões de pessoas participaram da cruzada, vindas de todas as partes do país e também de nações vizinhas. O resultado final foi o registro de 1,7 milhão decisões por Cristo. Milhares de milagres de curas também foram anunciados. Centenas de evangelistas, pastores, líderes e empresários de todo o mundo estiveram presentes no evento marcante.
De acordo com Russell K. Benson, Diretor Internacional da CfaN Global: “Fiquei impressionado e muito emocionado, pois um gigante de fé completou o que ele ama fazer mais do que qualquer outra coisa nesta vida: pregar as Boas Nova de Jesus Cristo. A África está realmente sendo salva, e Reinhard Bonnke sempre será conhecido por ser uma grande parte disso”.
Bonnke disse que ama a África, para onde se mudou em 1967: “Eu preguei a Jesus com todas as minhas forças, e continuarei a fazê-lo enquanto Ele me ajudar. Não construímos monumentos, nós edificamos o Reino de Deus”. O evangelista, que tem registrado em 40 anos de cruzadas por todo o mundo cerca de 75 milhões de decisões agora irá se dedicar a escrever livros e ministrar pela internet. Com informações de Charisma / gospel prime
Assista na íntegra o quarto dia do evento:

Perlla critica igreja após voltar ao funk: “Fui humilhada”

Ex-cantora de funk convertida em cantora gospel e atual cantora pop, Perlla é a entrevistada de Danilo Gentili no programa The Noite, que será exibido nesta sexta-feira (24), no SBT.
Ela ficou famosa cantando funk, no início dos anos 2000, mas 5 anos atrás tomou a decisão de mudar de vida e, após sua conversão, se aventurou no gospel. Em meados de 2017, decidiu voltar à música secular. Segundo ela, com apoio dos seus pastores.
“Você ser igreja vai muito além do templo”, filosofa a cantora. “Hoje estou na Evangelho Pleno. No início era da Assembleia de Deus. Fui escorraçada, muito humilhada e por muito tempo machucada [pela igreja, quando começou a cantar funk]”.
Perlla não poupa palavras para criticar os evangélicos que não concordam com seu duplo padrão: “Foi muita hipocrisia [as igrejas] me receberem porque eu era funkeira [quando largou o funk para cantar gospel] e agora dizerem ‘não’ porque eu voltei [para o funk]”.
Recentemente, ela foi convidada por uma rádio para cantar pagode gospel. “Chegando lá, cantei músicas românticas também. Depois que eu cantei fui para casa e recebemos a ligação de uma igreja. Esse pastor mandou a secretária dele me ligar e remarcar a data [de um show que faria naquela igreja]. Depois foi para as redes sociais me escrachar dizendo que eu não ia pisar naquele altar santo dele”, lamenta.
Não é a primeira vez que ela dispara contra os que antes chamava de irmãos. Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, rebateu críticas pelo fato de ter abandonado a carreira no segmento evangélico e ter retornado ao funk, chamando quem não concorda com ela de “recalcadas e crentelhos”.
Durante o The Noite, a artista garantiu: “Aonde eu estiver eu vou fazer música, seja no forró, seja no pagode, seja na macumba. Não vai ser a religião que vai me definir musicalmente. Eu que comecei com essa coisa do ‘pop funk’”. Em sua avaliação, o sucesso de Anitta é parcialmente por causa dela: “[Anitta sempre me acompanhou. Ela passou pelo que eu fazia e voou. Eu tinha parado e ficou uma lacuna no mercado. Foi aí que todo mundo começou a aparecer e estourou”. Com informações Uol

Desconhecido, cantor deixa gospel e lança CD como drag queen

Desconhecido no cenário da música gospel, o cantor Lucas Fernandes já tinha gravado dois CDs, mas não conseguia “emplacar” nenhum sucesso. De família evangélica, como muitos jovens, tentou uma carreira fazendo apresentações em igrejas. Conseguiu algum espaço e até ganhou prêmios em festivais de pouca expressão.

Contudo, estava insatisfeito. No último fim de semana, ele resolveu assumir sua homossexualidade e passou a usar o nome artístico de Lucas Miziony. Seu novo trabalho é de música pop secular e tem o título de “Homem ou Mulher”. A capa mostra o jovem de 23 anos em “duas versões”. Na imagem à esquerda, é homem, já na direita, está “montado” como drag queen.

O cenário evangélico “inclusivo”, que já contava com pastores gays, igrejas para gays e até uma versão da Bíblia onde a homoafetividade não é condenada, agora tem uma drag queen.
Deixando para trás tudo que aprendeu ao longo da vida na Assembleia de Deus de São Paulo, ele se assumiu homossexual há um ano. Falando ao site UOL, ele afirmou que sua inspiração nunca foram cantores gospel: “Minha referência sempre foi a Beyoncé. Também gosto de Anitta e Ludmilla, mas, quando apareceu a Pabllo [Vittar], me apaixonei imediatamente. Percebi onde eu poderia chegar”.
Decidido a “quebrar o preconceito”, ele confessa: “Eu vivia com uma máscara. Agora quero mostrar que sou uma pessoa como qualquer outra”.

Ele admite que seu estilo de vida era incompatível com o tipo de música que cantava. Decidiu sair da igreja por que não concordava “com a parte sobre a homossexualidade.” Hoje não frequenta mais a igreja, “porque não me sinto mais bem lá”.

Lucas ainda se considera religioso e diz que faz orações, pois tem “fé inabalável”. Sua pretensão é servir de “inspiração” para jovens evangélicos que passaram pelo mesmo conflito interno se assumam. Adepto de um raciocínio relativista, argumenta que não há motivo razoável que impeça a religiosidade e homossexualidade de andarem juntas.

“Não quero generalizar, mas na igreja existe muita gente sofrendo porque não pode se assumir. Tem gente que tem medo de perder a carreira, a posição. Muitos fazem escondido e, no culto, dizem que não pode fazer porque é pecado”, defende, acrescentando que já “ficou” com um pastor conhecido.
Segundo afirmou ao UOL, depois que passou a viver como drag queen, ele “ vem recebendo uma enxurrada de mensagens nas redes sociais, e a maioria em tom elogioso”. Insiste também que “muitos homens jovens da igreja estão vindo dizer que estou servindo de exemplo. Fico feliz”.

Mas obviamente há “quem lamente, quem diga que Deus não quer isso para minha vida, que eu não sou crente de verdade, que eu só quero aparecer. Eu juro que tentei. Lutei muito contra mim para chegar até aqui. Mas Deus me fez assim, e vou morrer assim.”

Como tudo em sua vida parece ser relativo, o sucesso também deve ser. Seu canal do Youtube mostra que ele tem impressionantes 1.500 inscritos. A primeira música na fase drag é “Mexe o Bum, Bum”, que tem como refrão “vai, joga o bum bum pro lado, mexe com o bum bum pro outro”.

Um ano atrás ele lançou a música “Marcas de amor”, em que parte da letra dizia: “se eu tenho a marca do amor, posso imitar ao meu Senhor”. Ao que parece, a marca não era tão profunda e ele agora ele só pode imitar Pabllo Vittar.

Com informações gospel prime

6 cantores gospel que assumiram a homossexualidade e continuam “adorando”

A comunidade evangélica tem sido escandalizada por alguns cantores gospel que se declararam homossexuais e lésbicas.
Esses cantores cristãos, embora tenham se declarado homossexuais, ainda proclamam a sua fé, que segundo eles os torna diferentes dos demais porque acreditam que as pessoas homossexuais se identificam mais com eles do que com os cristãos religiosos.
Abaixo, veja quatro casos de cantores gospel que assumiram a homossexualidade:
1- A cantora Jennifer Knapp em uma entrevista disse o seguinte: “Que não existe nenhum problema em ser gay e cristã, uma vez que a Bíblia é a interpretação de nossa experiência de vida”.
2- O cantor gospel americano, Trey Pearson, que esteve casado com Lauren, durante sete anos e meio, e tem dois filhos, anunciou em uma entrevista em 2016, que lutou por quase duas décadas contra a sua sexualidade, e afirmou que é um homem gay. Em uma entrevista de televisão, ele justificou a sua homossexualidade dizendo: “Há 6 meses aceitei ser gay é um longo caminho, mas sinto-me grato por ter feito isso. Eu estou mais apaixonado por Cristo e a pelas Escrituras do que antes “. Trey, ainda se apresentando em eventos cristãos e igreja.
 3- Uma das lésbicas evangélicas que também professam a fé através da música é a cantora Vicky Beeching, que em 2014 se declarou como lésbica: “Isso me deixou mais forte do que nunca, adoro a igreja, e que quero fazer parte da mudança dentro dela, você deve estar no meio dela e ser capaz de oferecer esperança em vez de ir embora “.
4- Rey Boltz é um cantor e escritor americano, que após 33 anos de casado com Carol Boltz, tendo quatro filhos, no ano de 2008 revelou ser homossexual, e desde então passou a frequentar a igreja Comunidade Metropolitana, que acolhe o público gay. “Eu me tornei um cristão pensando que essa era a maneira de lidar com isso, orando por 30 anos, mas no final Eu ainda era gay. “, confessa.
5- Lucas Fernandes, era um nome que estava em ascensão na música gospel no Brasil, no entanto no início do mês de novembro de 2017, ele surpreendeu os admiradores de seu ministério, ao assumir a sua homossexualidade, mudando até mesmo o seu nome artístico para Lucas Miziony.
Em uma entrevista ao UOL, ele afirma que se inspirou em Pabllo Vittar para realizar a mudança artística. “Quando apareceu a Pabllo, me apaixonei imediatamente. Percebi onde eu poderia chegar”, revelando que vivia “com uma máscara”. “Agora quero mostrar que sou uma pessoa como qualquer outra. Quero quebrar esse preconceito”.
 “A humanidade precisa de mais amor e mais respeito, mais amor… Independente do que você seja, gay, lésbica, hétero… Evangélico, macumbeiro.. Enfim.. ‘Viva o amor’“, diz Lucas que já lançou o EP para o publico gay chamado Homem ou Mulher.
6- Outro cantor evangélico que assumiu a homossexualidade, foi o cantor Sam Alves, que venceu o programa The Voice Brasil no ano de 2013, ele é filho de pastores e já realizou alguns trabalhos missionários no passado. No ínico de 2017 ele fez a revelação de sua sexualidade através do Twitter, e entrevista ao site EGO ao ser questionado como decidiu se assumir gay ele respondeu dizendo:   “-  Jesus disse: “…e a verdade vos libertará.” Eu me aceitei como um homem gay há alguns anos já. Mas não tinha contado à minha família até recentemente. Eu quis ter a oportunidade de poder dizer a verdade e ao mesmo tempo tentar explicar que não é tão fácil quanto pensam expor publicamente sua sexualidade, especialmente para alguém que trabalha no meio artístico, e filho de dois pastores. E eu não queria projetar uma carreira, e a minha vida toda, envolta de uma imagem de uma pessoa que eu não sou.”
Ele disse ainda que “Ser gay não impede ninguém de ter um relacionamento com Deus. Infelizmente muitas pessoas deixam a imagem de que temos que ser perfeitos para nos aproximar de Deus, e acabam fazendo outras pessoas se sentirem excluídas do Seu amor e não se sentirem bem vindas ou dignas de sentar no banco de uma igreja… Continuo indo à minha igreja. Continuo tendo a minha fé. Continuo lendo a minha bíblia, orando, e tendo o meu relacionamento pessoal com Deus..
Com informações portal padom